Paul McCartney
Os tesouros da MPL


Nos anos 80, Paul McCartney não conseguiu reaver as canções que tinha escrito com o seu amigo John para os Beatles. Quando as compuseram, acharam que eram universais, de toda a gente. Aprenderam duro, mais tarde, que este mundo é mesmo cruel e não o sonho que sonharam.

Paul aprendeu a lição e hoje é proprietário da maior publishing independente, a MPL, que reune não só as suas canções a solo como muitos outros catálogos, alguns bem famosos e - porque não dizê-lo neste mundo cão - lucrativos.

Para dar a mostrar as suas pérolas - ou tesouros, como lhes chama - a MPL editou em tempos estas duas colectâneas. Uma, em 1992, com os clássicos norte-americanos, os "standards", como os apelidam. E aqui há, por exemplo, "On A Slow Boat To China", "Luck Be A Lady", "Never Will I Marry" (um conselho que lhe evitaria alguns dissabores), "Standing on The Corner", "Till There Was You", "Unchained Melody", "Jesse".

A outra colectânea é de 1993 e reune os "rocks": "Sherry", "Peggy Sue", "Big Girls Don't Cry", "True Love Ways", "That'll Be The Day", "Rave On", "Tragedy".

Ah! estas colectâneas não estão à venda ao público!

LPA
Lisboa-Portugal